(Source: shadowsintherough, via caaiiique)
Marcas de um passado ainda presente.

O que é preciso pra te fazer feliz? Irmã, o que eu te fiz? Nós costumávamos a ser como um, nada além disso, nada além de amor, nada além daquela conexão além da genética, costumávamos a nos respeitar e nos abraçar de um jeito único. O que houve com nossos abraços?
Não é possível que as nossas diferenças tenham nos sufocado. Eu imploro pelos dias antigos, onde eu te olhava, e eu pelo menos achava que sabia quem você era, dias que não vão mais voltar, dias de nostalgia, dias de glória. Dias ruins.. por que não? Quem vive somente de dias bons? Quem vive sem dores?
Falando em dores, preciso mencionar a minha tatuagem? As marcas foram embora, mas aparentemente as dores ainda continuam aqui dentro, como cada batida do meu coração, a vontade do suicídio se aproxima, mas tem algo em mim que não me faz cometê-lo, por mais depressivo que isso pareça, minha tatuagem é meu limite, eu a olho e tento fazer o que ela significa, SORRIR. Por mais motivo bobo o símbolo dela pareça.
Eu queria lembrar como era bom ser feliz, a sensação de que você tem 3 grandes amigos do teu lado, e você não precisa de muito pra ter a consciência de que elas estão ali por você, mas aí o Ensino Médio acaba e você se depara com a vida só, cartas e mensagens em camiseta não justificam a nossa atual situação. Mudamos tanto ao ponto de que nossos respectivos companheiros nos tenham feito esquecer de como unidos e UM nós quatro éramos?
Mas por fim, o que grita dentro dos meus pulmões, o grito que quer sair nesse fim de noite e não pode ser dito: O QUE EU FIZ PRA TODOS A MINHA VOLTA? POR QUE VOCÊS TEM QUE IR EMBORA?…E no fim, essas perguntas acabam como ecos que me engolem, que engolem minha alma a cada dia que passa.
(Source: foudesoilesysteme, via un-killablemonster)
(Source: anyinthesky, via un-killablemonster)
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(Source: drannawonga, via a-soul-steeped-in-poison)





